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Crianças online: como equilibrar riscos e oportunidades no mundo digital

  • Foto do escritor: Geórgia Fonseca
    Geórgia Fonseca
  • 9 de set.
  • 1 min de leitura

O celular está sempre presente: no bolso, na cama, no ônibus, na escola. Para as crianças e adolescentes de hoje, a vida online não é uma parte separada da rotina — é a própria rotina. De acordo com a mais recente pesquisa TIC Kids Online Brasil, praticamente todos os jovens já acessam a internet diariamente, e o celular é o dispositivo preferido para estar conectado.

Mas o que eles fazem nesse tempo? Conversam com amigos, veem vídeos, jogam, pesquisam temas de interesse. Tudo isso pode ser saudável e até enriquecedor. Aprender inglês com músicas, explorar curiosidades científicas, trocar ideias com colegas — são exemplos de experiências positivas proporcionadas pela tecnologia.

Por outro lado, o acesso constante também expõe a riscos importantes: isolamento social, dificuldades no sono, queda na autoestima, cyberbullying, contato com estranhos e até dependência digital. Muitos pais se perguntam se deveriam limitar radicalmente o uso das telas, mas a resposta não está no “tudo ou nada”.

O caminho mais seguro e acolhedor é o equilíbrio. Estar presente na vida digital dos filhos significa conversar sobre o que eles assistem, interessar-se pelos jogos que eles jogam, ensinar a lidar com situações difíceis e mostrar, pelo exemplo, que o mundo offline também é rico e necessário.

O desafio é grande, mas também é uma oportunidade única de aproximar pais e filhos. A internet pode ser tanto uma ameaça quanto uma aliada — tudo depende de como ela é usada.

E talvez a pergunta mais importante seja: você já conversou com seu filho hoje sobre o que ele anda fazendo online?

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